Nome:Mila Idade:64 anitos! Cidade:Lisboa País:: Portugal
E-mail: Signo:: Escorpião
Cores que gosta:: Branco e Preto
Gosto de: Tenho uma Paixão pelas minhas Filhas e Neta, ,Adoro estar com a minha Família, Adoro Viajar,conhecer outros costumes, outras pessoas..., Adoro o Sol, a Praia o Mar, Gosto de Dançar e gosto de tantas coisas simples...
Odeio: Falta de Inteligência, Mentira, Falta de Princípios, Inveja, Falta de Humanidade, etc...
Frase:**Não acrescente dias á sua vida mas, vida aos seus dias** **De Harry Benjamim**
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**Algumas Palavras**
Eu gostava que este Blogue, fosse um misto de conhecimentos esotéricos...
Amo a Deus e tudo o que é Místico, assim como Anjos, Santos, Gnomos, Fadas enfim tanta coisa!!!...
Gostava de fazer um Blogue lindo, não sei se sou capaz...
Veremos como vai ficando...
Vou terminar com a frase que eu costumo dizer.
**Que os Deuses estejam connosco**
Os méritos do mantra OM MANI PEME HUNG beneficiam não somente a você, mas a todas as criaturas vivas incluindo pequenos animais e insetos e assim, suas mentes ficarão tranqüilas e felizes. A cada vez que esta página é aberta, a roda de oração gira. Então, não se esqueça de dedicar os méritos do mantra a todos os seres vivos.
**Mandála Dedicada ao meu marido**
Que sejas mais uma estrela a brilhar no Céu como foste nesta Vida
Aqui fica a minha Saudade e o meu Eterno Reconhecimento,
Por teres estado 35 anos casado comigo.
Meu marido, como tu adoravas as nossas Filhas e a nossa Netinha….
Como também adoravas, os teus livros e as tuas colecções!!!
Porque será que neste Mundo, as pessoas Maravilhosas, por vezes morrem tão novas?
Assim como tu….
Obrigada por teres existido, MEU VELHO…
Para mim é o meu Símbolo. Tenho-o em todo lado, em casa, no meu corpo e foi o símbolo que eu pintei nas Fitas de Fim de Curso das minhas Filhas...
O "OM"
Todos os fenómenos da natureza baseiam-se primeiramente na vibração. Nas sagradas escrituras de todas as religiões faz-se menção ao som como estando na origem de tudo o criado. Se não há som não há criação.
Na Bíblia, diz-se, por exemplo : “No princípio era o Verbo ( Palavra, Som) e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. A origem textual dos mantras da Índia foi inventada pelos Vedas (4000 a.C.) e em outros textos como os Puranas e mais especificamente nos chamados Tantra Shastras. No Rig Veda (o mais antigo dos 4) como nas Upanishads fala-se de um som primordial, fundamental e simbólico do Absoluto Universal, este som é o OM, a primeira manifestação sonora e por isso o primeiro Mantra conhecido. O hinduísmo e o budismo estão de acordo ao afirmar que, o absoluto se manifesta eternamente, sob a forma de um som (shabda) cuja vibração assegura a vida do Universo. Este som cósmico é inarticulado, visto que nenhuma boca o profere; é, portanto, monossilábico e destituído de consoante: é uma simples vogal, nasalada. É no Tantra Yoga onde o uso dos mantras alcança o seu auge, ao serem utilizados como ferramentas para manter a mente focada e despertar em cada um, as suas potencialidades, além de levar a consciência a planos mais profundos e elevados.
Um mantra consiste em certas letras, sejam vocais ou consoantes, ordenadas numa sequência sonora definida da qual as letras são signos representativos de diversas formas. O Mantra actua por si mesmo, pelo quue representa, e a sua construção descansa ante tudo no conhecimento tradicional dos sons místicos das letras do alfabeto sànskrito que a seu modo reflectem realidades espirituais. Os sábios antigos estudaram não soo os sons e as suas vibrações como também o que eles causavam na natureza e em nós: observaram que a aplicação sistemática de determinados sons produziam determinados efeitos.
Entre estes todos existe um som sagrado que é representado por um símbolo especial, o qual é composto por quatro estados que se classificam de acordo com as suas letras, três são manifestados e o quarto não é manifestado.
A percepção dos fenómenos naturais é captada pelos sentidos, e constituem o mundo manifestado com os seus inumeráveis fenómenos. Todas estas vibrações infinitivamente complexas e variadas são expressões de uma vibração simples.
Esta vibração é o OM. Não há nada no mundo que não vibre, a vida, os nossos pensamentos, as nossas palavras, todos irradiamos uma certa dose de vibração.
O Yoga dá-nos este símbolo representativo do ABSOLUTO, que é o mantra monossilábico OM, fonte e raíz, é um som básico e todos os demais são transformações deste.
O OM simboliza ISVARA, aspecto do ABSOLUTO, protector dos yogas, sobre quem estes devem meditar.
Dentro das interpretações mais importantes que se conhecem, estão as relacionadas com os três estados de consciência, os três géneros, os três reinos da natureza, as qualidades da matéria, os corpos, o tempo, as dimensões e todas as triologias.
Em resumo, o símbolo completo representa a realização que está mais além de toda a limitação física, mental, temporal e material, possibilitando-nos alcançar um objectivo final que é o auto-conhecimento.
O Yoga sustém que a cantar o OM, longo e sonoro, quando se recita como se deve fazer: o O emerge da garganta desde profundo, o M termina nos lábios sem que se separem, deve-se produzir uma ressonância silenciosa, esse silêncio deve coincidir com a pausa que se produz entre as duas fases da respiração, o seguinte ciclo deve ser cantado dentro desse estado de tranquilidade, o qual seguirá aumentando até que a mente esteja totalmente imersa nele: ao cantá-lo procuramos transcender a consciência temporal, a ruptura, a mudança de nível. Por isso é considerado também um som de reconstrução espiritual (pelos ouvidos, a palavra e o entendimento superior); isto dá-se em cada um dos níveis de actividade física e psíquica. Neste sentido, o OM indica sempre uma actividade renovadora da consciência.
Este é a entrada da residência do SER interno, ao cantá-lo podemos sentir a potência para criar uma condição interna favorável à reflexão. Na repetição reforçamos a vivência.
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